Amazonas vende lote de 1,8 tonelada de café para grupo 3 Corações

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A indústria nacional de café 3 Corações comprou 1, 8 toneladas do primeiro lote da cultura cultivada no Amazonas. A espécie conilon é produzida pela Associação Solidariedade Amazonas, do município de Silves (a 204 quilômetros de Manaus), a negociação aconteceu na segunda-feira (23).

O governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Produção Rural (Sepror) e suas vinculadas (Idam, Adaf, ADS), vem se empenhando em dinamizar a cadeia produtiva do café no Amazonas.

O secretário de Produção Rural (Sepror), Petrúcio Magalhães Júnior, disse que a entrega desse primeiro lote marca novo momento para a produção de café no Amazonas.

“A cadeia produtiva do café está entre as prioridades definidas pelo Idam para receber apoio e políticas de fomento. Os resultados obtidos pelas pesquisas da Embrapa confirmam a adaptação edafoclimática (condições de solo e clima) e potencial econômico dessa cultura no Amazonas”.

O gerente da 3 Corações no estado, Joseliton Lopes, confirmou a intenção de expandir a produção de café no Amazonas.

“Ficamos felizes com essa parceria entre Sepror, Idam e produtores rurais. Queremos receber bastante café e auxiliar na agricultura no estado”, disse.

Produção

Segundo a Sepror, com tecnologia de produção desenvolvida pela Embrapa, a associação de Silves obteve dados significativos de produção e produtividade.

Por isso, o órgão afirmou que o café do Amazonas tem viabilidade técnica.

O melhor desempenho foi obtido por 11 dos clones utilizados, e fez com a média fosse de 96 sacas de 60 quilos de café por hectare, o que equivale a três vezes mais que a média dos cultivos tradicionais.

Mercado brasileiro

O Brasil é o maior exportador de café no mercado mundial e ocupa a segunda posição entre os países consumidores da bebida.

O Brasil responde por um terço da produção mundial de café, o que o coloca como maior produtor mundial, posto que detém há mais de 150 anos.

Conforme dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a cafeicultura brasileira é uma das mais exigentes do mundo, em relação às questões sociais e ambientais, e há uma preocupação em se garantir a produção de um café sustentável.

Fonte: Brasil Norte Comunicação – Amazonas (Com fotos de Antônio Peixoto/Sepror)

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