Presidente da Cooxupé fala sobre o adiamento do anúncio das medidas para o café

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Representes do setor que estavam em Brasília nesta segunda-feira (5) ficaram revoltados e decepcionados com a falta de anúncios para a cafeicultura, segundo presidente da Cooxupé. Ordem superior do Palácio da Alvorada desautorizou o ministro Antonio Andrade a fazer anúncio, que foi adiado para a próxima quarta-feira (7), quando a presidente Dilma estará na cidade de Varginha (MG).

O anúncio das medidas em apoio à cafeicultura que seria realizado pelo Ministro da Agricultura, Antônio Andrade, nesta segunda-feira (5), foi cancelado. A expectativa é que as medidas sejam anunciadas pela presidente da República, Dilma Rousseff, amanhã (6) na cidade de Varginha (MG). No entanto, as informações divulgadas pela imprensa são de que a presidente estaria indo ao município para inaugurar uma unidade da Universidade Federal de Alfenas (Unifal).

Segundo o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino, que estava na reunião, os representantes do setor que estavam em Brasília ficaram revoltados e decepcionados com o adiamento do anúncio das medidas. “Vamos ver se amanhã sai alguma coisa, a liberação dos recursos já foi aprovada há mais de 30 dias pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e os produtores estão haver navios, sem maneira para se organizar a pagar os seus compromissos”, destaca o presidente.

Diante desse cenário, o presidente também sinaliza que os cafeicultores estão negociando o produto a qualquer preço para poder honrar os seus compromissos. Além disso, o sentimento é do setor é de que as medidas deveriam ser anunciadas mais cedo, já a colheita, um dos grandes custos da produção, teve início no mês de maio.

“Já temos mais de 60% da produção deste ano colhido e até agora nenhuma medida foi anunciada. Temo muito pelo mercado do café, o comprador no exterior senta em cima dos preços e paga o preço que quiser, e o pessoal acaba vendendo a qualquer preço”, afirma Paulino.

Entre as medidas que podem ser anunciadas nesta quarta-feira (7) estão os recursos para a comercialização da safra, prorrogação das dúvidas e o lançamento de contratos de opção. “Os contratos de opção esta tendo uma discussão, pois havia uma combinação do valor ser em R$ 340,00 a saca para enxugar do mercado cerca de 3 milhões de sacas, no entanto se o valor for de R$ 360,00 talvez o governo não terá recurso disponível e a quantidade de sacas deverá ser menor”, finaliza o presidente.

Fonte: Notícias Agrícolas via Rede Social do Café

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