
Além disso, o dirigente da Faemg contou que a sociedade aprendeu a tomar café de qualidade o que exige produtos bons. “E aqui ensina também como preparar um bom produto. É um evento completo, que movimenta gente e negócios e teremos ainda o encontro de compras”, detalhou.
No ano passado, o evento movimentou R$ 30 milhões em negócios, segundo Simões. Neste ano, a expectativa é que passem pelo Expominas 12 mil visitantes e sejam gerados R$25 milhões em negócios.
Importância. O presidente da Faemg explicou que, para Minas Gerais, o café representa a segunda renda do Estado, sendo ultrapassado somente pelo minério de ferro. “É um produto de extrema importância econômica. Gostamos do café, nascemos e vivemos com ele”, disse.
A Semana Internacional do Café termina neste sábado. Além da Faemg, tem a promoção do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Café Editora e governo de Minas Gerais.
Fonte: O Tempo (Helenice Laguardia)




