
Também na quarta-feira, o governo divulgou que o preço mínimo do café arábica para 2014 foi mantido, sem reajuste, a R$ 307 a saca. Segundo o CNC, existe a "necessidade de atualização do preço mínimo do café arábica, para níveis mais condizentes com a realidade dos custos de produção no campo, considerando-se que o valor de R$ 307 nem sequer cobre os gastos que grande parte dos cafeicultores do Brasil tem para cultivar o grão".
O CNC informa, ainda, que o governo até agora não anunciou a liberação dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para as linhas de capital de giro destinadas a indústrias, exportadores e cooperativas de produção. Segundo a entidade, esse "compromisso foi assumido na ocasião do comunicado de liberação dos recursos para as demais linhas do Fundo, em 25 de abril".
O CNC explica que a liberação dessa verba justifica-se pela falta de liquidez do mercado físico nos momentos de alta do preço do café nos mercados futuros, período em que surgem boas oportunidades comerciais e de recomposição de receita. "Entretanto, com a falta da ação governamental, o cenário de baixa liquidez pode persistir, com os produtores não aproveitando cotações remuneradoras".
Fonte: Globo Rural Online




