
A partir de agora, uma massa de ar seco vai ganhando força sobre todas as áreas produtoras de café. Com a ausência de nuvens, a amplitude térmica aumenta, ou seja, frio ao amanhecer – mas sem riscos aos pés de café, e tardes com temperaturas elevadas. Esse quadro não muda até os primeiros dias de agosto.
No Paraná, as precipitações diminuíram de intensidade desde metade da semana passada. O estado sofreu com eventos extremos, que prejudicaram não só o café, mas também o trigo e o milho segunda safra.
Mesmo com o tempo mais firme, a condição para as áreas produtoras paranaenses continuaram desfavoráveis, com elevada umidade do solo e do ar, o que dificulta a colheita e secagem dos grãos.
A condição também segue desfavorável no processo de secagem nas demais áreas produtoras do país, mesmo com a ausência de chuvas em decorrência da formação de nuvens baixas e de nevoeiro, principalmente no sul de Minas Gerais.
Fonte: Canal Rural




