
O salto refletiu sobretudo a disparada dos preços internacionais do produto no período comparado. O volume cresceu "apenas" 6,8% e somou praticamente 3 milhões de sacas. Segundo o CeCafé, a espécie arábica respondeu por 81,5% das vendas, o robusta por 11,6% e o solúvel por 6,9%. Os cafés "diferenciados" das espécies arábica e robusta tiveram participações de 23,5% no volume exportado e de 29,7% na receita cambial.
Entre julho de 2014 e janeiro, os primeiros sete meses desta safra 2014/15, a receita com as exportações brasileiras de café chegou a US$ 4,285 bilhões, 50,8% mais que no mesmo intervalo de 2013/14.
Fonte: Valor Econômico (Fernando Lopes)




