Abimaq quer que governo revigore o Moderfrota

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Entre os dias 2 e 6 de maio, a cidade de Ribeirão Preto, SP, recebe pela 18ª vez a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow). Tradicional vitrine dos setores de máquinas, equipamentos e insumos rurais, o evento chega a 2011 com uma área 15% superior à da edição anterior, 765 expositores e a previsão de receber mais de 145 mil visitantes. “Faz seis anos que não avançamos um metro na área plantada do Brasil e isso se deve ao crescente uso de máquinas eficientes, que elevam a produtividade e baixam os custos, e é essa tecnologia que queremos mostrar na Agrishow”, afirma Cesário Ramalho, presidente da feira, durante apresentação oficial do evento nesta quarta-feira (13/04), na capital paulista.

De acordo com José Carlos Pedreira de Freitas, diretor adjunto de uma das câmaras setoriais da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o setor espera crescer 20% este ano no país, estimulado pela elevação dos preços das commodities agrícolas. Mas, para isso, ressalta que seria importante revigorar o Moderfrota, programa de modernização da frota de máquinas e equipamentos agrícolas. “O Finame PSI, hoje responsável pela maior oferta de crédito para aquisições no setor, mas vai apenas até dezembro. O Moderfrota reeditado é importante para o amanhã”, afirma.

A sugestão da Abimaq é que, nessa reedição, os juros sejam de 3,5% ao ano para os pequenos produtores, 4,5% para os médios e 6% para os grandes. ”As máquinas agrícolas representam apenas 4% dos dispêndios do BNDES, por isso não é tão impossível de se fazer juros diferenciados”, completa Pedreira. Além de garantir taxas melhores aos produtores, a Abimaq também destaca a importância de vencer a grande oneração da cadeia produtiva. “Já chegamos a pagar pelo quilo do aço o mesmo preço que a China coloca aqui no país suas máquinas agrícolas. Vivemos uma séria ameaça por falta de isonomia”, diz o representante da Abimaq. 

Novidades e presenças de peso
Este ano, a Agrishow inova ao fazer a distribuição regionalizada de empresas ao longo da feira. Assim, as expositoras estarão agrupadas conforme os setores de atuação, divididos entre irrigação, armazenagem, pecuária, aeronaves, máquinas para construção, pneus, automobilísticas e ônibus, caminhões e transbordos. A expectativa é igualar ou até superar o desempenho dos negócios em 2010, que foi de R$ 1,15 bilhão.

No período da feira, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, deve transferir seu gabinete para o evento, assim como o novo secretário de Agricultura de São Paulo, ainda não anunciado (o atual, João Sampaio, está deixando o cargo). O governador paulista, Geraldo Alckmin, e cerca de 10 deputados federais também são esperados. Além deles, seis ministros do Mercosul estão entre os convidados.

Por Mariana Caetano

Fonte: Revista Globo Rural

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