Os fatores que favoreceram as altas dos preços do café arábica em 2010 devem continuar influenciando os valores em 2011, segundo pesquisas do Cepea. A produção mundial do arábica está muito próxima do consumo, o que limita a formação de excedentes (estoques) e sustenta os preços internacionais, especialmente para os grãos de qualidade.
Para agravar a oferta, a safra 2011/12 do Brasil, maior produtor mundial de arábica, será de bienalidade negativa (menor produção), conforme pesquisas do Cepea. Para o robusta, as perspectivas são um pouco melhores do que em 2010, mas não se esperam cenários tão bons quanto os de 2007 e 2008.
Colaboradores do Cepea comentam que os investimentos nesta variedade foram limitados pelo baixo preço recebido pela saca na temporada que se encerra.
Fonte: Cepea




