Vendedor retraído ameniza impacto negativo de Nova York no Brasil

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No retorno do feriado prolongado o mercado interno de café não mostrou muita objetividade na finalização de negócios. A continuidade da desvalorização dos preços no físico manteve vendedores afastados das vendas levando a ponta compradora a não conseguir oferta suficiente para atender sua demanda.

No Sul de Minas fraca movimentação de negócios. Enquanto a ponta vendedora pedia preços a partir de R$ 370 para bebida dura, compradores mostravam disposição compradora para entrar no mercado somente a partir de R$ 360.

No Cerrado mineiro, pouco volume de negociação e preços de estáveis a mais altos.

Bebida dura ao máximo de R$ 370. Zona da Mata cotações a beira da estabilidade diante da fraca presença de vendedores e compradores no mercado. Café bebida dura, com 15%, ao máximo de R$ 330 enquanto que com 20% ao máximo de R$ 320.

No Paraná preços mais altos diante da retração vendedora. Café bebida dura entre R$ 315 eR$ 320.

No Espírito Santo preços mais baixos em função da negatividade do robusta. Na ponta vendedora, forte retração, no aguardo depreços mais atrativos. Conillon tipo 7 aR$ 182.

Em Rondônia café 400 defeitos, a partir de R$ 166 na porta. Para retirar em SP preço a R$ 187 e no Paraná indicação a partir de R$ 185.

Fonte: Safras & Mercado

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