Relançamento da produção do café conta com apoio das Nações Unidas

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O programa de relançamento da cultura do café no Kwanza-Sul tem a colaboração do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), desenvolvido no quadro do projecto “apoio ao relançamento da produção e agro negócio cafeícola”.

A revelação foi feita pelo chefe de departamento provincial do Instituto Nacional do Café (INCA) no Kwanza-Sul, que sublinhou que o projecto, iniciado em Novembro com seis mil cafeicultores do Amboim, Quilenda e de Cassongue, tem um financiamento de 60.570 milhões de kwanzas.

Daquela verba, 50 milhões são provenientes do PNUD e o restante atribuído pelo Executivo, por intermédio do INCA.

O projecto, com a duração de um ano, foi criado para apoiar a produção do café e melhorar o agro negócio nas explorações agrícolas familiares e nas associações e cooperativas de cafeicultores.

Outross objectivos do Projecto de apoio ao relançamento da produção e agro negócio cafeícola  é melhorar a qualidade da produção, fomentar a do arábica no município de Cassongue e criar bases para a certificação internacional do café Amboim como marca angolana, por ser a de cultivo mais promissor. No âmbito do projecto, já foram entregues aos cafeicultores do Amboim dez toneladas de adubo 12-24-12, sulfato de amónio e quatro espécies de sementes de  feijão.

Aumentar níveis de plantação

O aumento de área e dos níveis de produção do café foi decidido, tendo em conta a criação de viveiros, que permitem renovar plantas e criar mais espaços de cultivo.
O chefe de departamento provincial do INCA disse ao Jornal de Angola que foram plantados nos municípios em que se produz café  82 viveiros, quatro dos quais permanentes, “com mais de um milhão de mudas” de café.

O município do Amboim tem 67 viveiros com 932.100 mudas repicadas das espécies de café robusta e arábicas. 

A formação técnica dos produtores, disse o chefe do departamento provincial do INCA, é a aposta para se atingirem níveis de produção de qualidade. A partir de 2011, recordou o responsável, foram criadas 56 escolas de campo no Kwamza-Sul que permitiram formar 1.245 produtores familiares.

Fonte: Jornal de Angola

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