Honduras é o 6º maior exportador de café do mundo

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A pouco menos de dois meses para que se inicie a nova colheita de café na região e após fazer uma avaliação do desempenho do setor por país, Honduras reiterou os bons números que levaram o país a se converter no maior exportador da América Central no período de 2010-2011.

Ao revisar os números da colheita, Honduras não somente se consolidou como o maior exportador da região centro-americana, mas também, como o sexto maior vendedor internacional do mundo e o terceiro no continente americano, somente perdendo para Brasil e Colômbia.

De acordo com dados preliminares da Organização Internacional de Café (OIC), durante o mês de junho, o país exportou 396.110 sacas do grão e, entre outubro do ano passado (data que se inicia a colheita) e junho foram exportadas 3,581 milhões de sacas.

Em junho de 2010, Honduras exportou 418.380 sacas, o que mostra que houve queda nas vendas em junho desse ano, mas de outubro de 2009 a junho de 2010, o país exportou 2,811 milhões de sacas, menos que as vendas desse ano. Em termos percentuais, o país cresceu em 24,95%.

Esses números fizeram Honduras entrar nas grandes ligas do setor cafeeiro e o posicionaram como o sexto maior exportador do mundo, depois do Brasil, Vietnã, Colômbia, Índia e Indonésia. Depois de Honduras, estão Guatemala, Etiópia, Peru e Uganda. Esses números da OIC são preliminares e representam as vendas de café de um país ao resto do mundo em suas modalidades arábica e robusta.

O presidente do Instituto Hondurenho de Café (Ihcafé), Asterio Reyes, falou em várias ocasiões que essa colheita está sendo histórica e que deixou US$ 270 milhões a mais que as estimativas, posto que a meta era gerar à economia hondurenha cerca de US$ 1 bilhão, mas atualmente, esse valor supera os US$ 1,27 bilhão.

"Os preços estão bons no mercado internacional e temos no mercado café suficiente, ou talvez o dobro ou o triplo do que estamos produzindo atualmente".

Por outro lado, o chefe nacional de Extensão Cafeeira do Ihcafé, Francisco Castillo, disse que, uma vez que o produto do país tenha ficado conhecido no mundo, "a estratégia mais poderosa é manter a qualidade do café". Para ele, o grão hondurenho tem qualidade suficiente para competir com qualquer café gourmet do mundo.

As informações são do Diario LaPrensa.hn, traduzidas e editadas pela Equipe CaféPoint.

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