Finlândia fica novamente em primeiro lugar no World Happiness Report 2019

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Assim como em 2018, a Finlândia volta a ocupar o primeiro lugar como o país mais feliz do mundo, de acordo com pesquisas realizadas pela Gallup entre os anos de 2016 e 2018. Completam a lista dos dez principais países mais felizes: Dinamarca, Noruega, Islândia, Holanda, Suíça, Suécia, Nova Zelândia, Canadá e Áustria, respectivamente. Os Estados Unidos ficaram com o 19º lugar, perdendo uma posição em relação ao ano passado, e o Brasil está atualmente na 32ª posição, entre 156 nações ranqueadas.

O World Happiness Report 2019 analisou como as avaliações e emoções da vida, tanto positivas como negativas, evoluíram ao longo de todo o período da pesquisa Gallup World, a partir do biênio 2005-2006. Para as avaliações de vida em nível nacional, houve mais ganhadores do que perdedores. Quando considerado o crescimento populacional, a felicidade mundial caiu nos últimos anos, impulsionada pela tendência de queda sustentada na Índia. Quanto às emoções, tem havido uma recente tendência ascendente no afeto negativo, compreendendo preocupação, tristeza e raiva, especialmente marcadas na Ásia e na África, e mais recentemente em outros lugares.

Entre os 20 maiores ganhadores nas avaliações de vida de 2005-2008 a 2016-2018, dez estão na Europa Central e Oriental, cinco na África subsaariana e três na América Latina. Os 10 países com os maiores declínios nas avaliações de vida médias geralmente sofreram alguma combinação de estresse econômico, político e social. As cinco maiores quedas desde 2005-2008 foram no Iêmen, Índia, Síria, Botsuana e Venezuela.

O Relatório deste ano concentra-se na felicidade e na comunidade: como a felicidade evoluiu nos últimos doze anos, com foco nas tecnologias, normas sociais, conflitos e políticas governamentais que impulsionaram essas mudanças. Capítulos especiais enfocam generosidade e comportamento pró-social, os efeitos da felicidade no comportamento de voto, big data e os efeitos de felicidade do uso da internet e vícios.

“O mundo está mudando rapidamente”, disse o professor John Helliwell, co-editor do Relatório. “O modo como as comunidades interagem umas com as outras, seja nas escolas, locais de trabalho, bairros ou nas mídias sociais, tem efeitos profundos na felicidade do mundo.” O World Happiness Report 2019, que classifica 156 países de acordo com a felicidade de seus cidadãos, segundo as avaliações de suas próprias vidas, foi lançado hoje na Organização das Nações Unidas, em Nova York. O Relatório foi produzido em parceria com a Fundação Ernesto Illy.

“Estamos vivendo um momento de transição para uma nova era e isso gera um sentimento de incerteza”, disse Andrea Illy, presidente da illycaffè e membro do conselho da Fundação Ernesto Illy. “A felicidade social é, portanto, ainda mais relevante, para dar um panorama e perspectivas positivas para o presente e para o futuro”.

O capítulo do professor Jeffrey Sachs, diretor da Sustainable Development Solutions Network, destaca a epidemia de vícios e infelicidade nos Estados Unidos, um país rico, mas onde a felicidade vem declinando em vez de aumentar.

“O relatório deste ano fornece uma evidência séria de como os vícios estão causando considerável infelicidade e depressão nos EUA”, disse Sachs. “Vícios vêm em muitas formas, de abuso de substâncias a jogos de azar e mídia digital. A busca compulsiva de abuso de substâncias e comportamentos aditivos está causando infelicidade severa. O governo, os negócios e as comunidades devem usar esses indicadores para definir novas políticas destinadas a superar essas fontes de infelicidade”.

O Relatório, produzido pela United Nations Sustainable Development Solutions Network (SDSN), com o apoio da Fundação Ernesto Illy, é editado pelo professor John F. Helliwell, da Universidade da Colúmbia Britânica, e pelo Instituto Canadense para Pesquisa Avançada; Professor Richard Layard, co-diretor do Well-Being Programme na LSE’S Centre for Economic Performance; e o professor Sachs, diretor da SDSN e do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Earth Institute. As aplicações de políticas de pesquisa sobre felicidade estão coletadas na publicação da SDSN Global Happiness Policy Report 2019.

De acordo com o professor Sachs, “o World Happiness Report, juntamente com o Global Happiness and Policy Report, oferece aos governos e indivíduos do mundo a oportunidade de repensar políticas públicas, bem como escolhas de vida individuais, para aumentar a felicidade e o bem-estar. Estamos em uma era de crescentes tensões e emoções negativas (como mostrado no Capítulo 2) e essas descobertas apontam para desafios subjacentes que precisam ser resolvidos ”.

Após o capítulo 1, introdutório, o World Happiness Report 2019 inclui as seguintes seções:

  • Capítulo 2 – Changing World Happiness, por John Helliwell, Haifang Huang e Shun Wang, apresenta os rankings nacionais habituais de avaliações de vida, complementados por dados globais sobre como as avaliações de vida, afeto positivo e afeto negativo evoluíram anualmente desde 2006, e como a qualidade do governo e as várias formas de conflito influenciaram essas avaliações.
  • Capítulo 3 – Happiness and Voting Behaviour, por George Ward, considera se é mais provável que uma população mais feliz vote em e apoie partidos governistas ou apoie candidatos populistas autoritários.
  • Capítulo 4 – Happiness and Prosocial Behavior, Uma Avaliação da Evidência, de Lara Aknin, Ashley Whillans, Michael Norton e Elizabeth Dunn, mostra que se envolver em comportamento pró-social geralmente promove a felicidade e identifica as condições sob as quais esses benefícios provavelmente surgirão.
  • Capítulo 5 – The Sad State of US Happiness and the Role of Digital Media, por Jean Twenge, documenta a crescente quantidade de tempo que os adolescentes americanos passam interagindo com dispositivos eletrônicos e apresenta evidências de que esse comportamento pode ter deslocado o tempo gasto em atividades mais benéficas, contribuindo para o aumento da ansiedade e declínios na felicidade.
  • Capítulo 6 – Big Data and Well-Being, de Paul Frijters e Clément Bellet, faz grandes perguntas sobre big data. Se é bom ou ruim, antigo ou novo, útil para prever a felicidade e que regulamentação é necessária para obter benefícios e reduzir riscos?
  • Capítulo 7 – Addiction and Unhappiness in America, por Jeffrey Sachs, analisa várias teorias sobre vícios, apresenta evidências da crescente prevalência nos EUA de vários comportamentos viciantes e considera uma variedade de possíveis causas e curas.

Ao apresentar esses resultados no lançamento, o co-editor John Helliwell observou que “ao longo dos sete anos de World Happiness Reports, houve um aumento constante no nível e na sofisticação do interesse do leitor. No início, os leitores queriam ver principalmente como os países eram classificados. Agora, vemos um interesse cada vez maior em usar a lente da felicidade para ajudar a entender o que torna as casas, as escolas, os locais de trabalho e as comunidades mais felizes e usar essas descobertas para ajudar a tornar a vida melhor em qualquer lugar”.

Sobre a illycaffè             
A illycaffè (http://illy.com.br/) é uma empresa familiar italiana, fundada em Trieste em 1933, comprometida em oferecer o melhor café do mundo. É a marca de café mais global, produzindo um único blend de café espresso 100% arábica, com grãos provenientes de 9 países fornecedores, sendo o Brasil o principal. São consumidas mais de 7 milhões de xícaras de café illy por dia, em cafeterias, restaurantes, hotéis, escritórios e residências de mais de 140 países. Precursora do espresso, a illycaffè é considerada líder em ciência e tecnologia do café graças a três radicais inovações. Ao promover o primeiro Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso, no Brasil em 1991, também foi pioneira na compra direta dos fornecedores, compartilhando know-how e pagando preços acima do mercado para quem atinge seus padrões de qualidade, em parcerias sustentadas pelos princípios do desenvolvimento sustentável. Com o objetivo de difundir a cultura do café, fundou a Università del Caffè, um centro educacional de excelência que oferece treinamento teórico e prático em todos os aspectos do café para cafeicultores, baristas, equipes de lojas de café e amantes da bebida. Tudo que é “made in illy” é realçado pela beleza e a arte, representando os valores fundamentais da marca, a começar pelo seu logo, como são as mais de 100 xícaras da renomada illy Art Collection, desenhadas por artistas internacionais. A illycaffè empregava 1.269 pessoas globalmente em 2016, quando registrou receitas consolidadas de 460 milhões de euros.

Fonte: ADS Comunicação Corporativa

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