Condições para ocorrência:
A doença é favorecida pelo excesso de umidade, sombreamento e alta umidade, apresentando grande capacidade saprofítica, sobrevivendo de um ano para o outro em restos de cultura ou na forma de escleródios.
A doença é favorecida pelo excesso de umidade, sombreamento e alta umidade, apresentando grande capacidade saprofítica, sobrevivendo de um ano para o outro em restos de cultura ou na forma de escleródios.
Sintomas em mudas
Identificação:
O ataque, quando em pré-emergência, causa a morte da planta antes de sair do solo. Observa-se em canteiros de mudas mortas em reboleiras. Em pós-emergência, ocorrem lesões de 1 a 3 cm de extensão na região do caule. Essas lesões circundam o caule provocando o estrangulamento e paralisação da circulação da seiva. Em condições de alta umidade observa-se um bolor cinzento sobre a lesão. No campo as mudas apresentam lesões no colo da planta e a casca morre, ficando facilmente sujeita à quebra pelo vento ou pelos tratos. As lesões alcançam 5 a 10 cm de extensão.
Medidas de controle:
- evitar excesso de umidade e sombra nas
sementeiras; - desinfetar o substrato;
- isolar as reboleiras de plantas
mortas, evitando plantar nesses locais; - realizar pulverizações das
mudas com fungicidas; - implantar a cultura com mudas sadias.

