
Outros dois fatores complementam a série que resultou nas valorizações. O primeiro é a perda de ímpeto do dólar, que abriu espaço para altas nas bolsas dos EUA, na medida em que reduz a competitividade da produção americana. O segundo foi o aumento das apostas na valorização de grãos, café e açúcar pelos fundos de investimento.
Depois das fortes baixas de 2013, o café emergiu como o grande destaque de fevereiro. A cotação média dos contratos de segunda posição na bolsa de Nova York foi quase 30% superior à de janeiro e atingiu o pico desde outubro de 2012. A preocupação com o déficit hídrico no Centro-Sul ainda provoca grandes altas, como a de ontem (9,1%).
Fonte: Valor Econômico




