Condições para ocorrência:
A bactéria penetra por lesões geralmente causadas pela agitação da planta pelo vento, insetos ou por outras doenças. A doença ocorre em períodos mais frios, geralmente quando a queda de temperatura vem associada à chuva fina (período de maior ataque está entre julho a setembro).
Identificação:
A doença pode atingir folhas, rosetas, frutos novos e ramos, além de atacar mudas no viveiro. Os sintomas surgem com maior frequência em plantas novas ou folhas novas de plantas velhas Nas folhas, a bactéria causa mancha pardo-escura, com 0,5 – 2,0 cm de diâmetro, centro necrótico, circundada por um halo amarelado. As lesões são mais freqüentes nas bordas das folhas. Na mancha, o tecido necrosado se torna quebradiço e geralmente se dilacera, deixando perfurações irregulares na folha.
A bactéria penetra por lesões geralmente causadas pela agitação da planta pelo vento, insetos ou por outras doenças. A doença ocorre em períodos mais frios, geralmente quando a queda de temperatura vem associada à chuva fina (período de maior ataque está entre julho a setembro).
Identificação:
A doença pode atingir folhas, rosetas, frutos novos e ramos, além de atacar mudas no viveiro. Os sintomas surgem com maior frequência em plantas novas ou folhas novas de plantas velhas Nas folhas, a bactéria causa mancha pardo-escura, com 0,5 – 2,0 cm de diâmetro, centro necrótico, circundada por um halo amarelado. As lesões são mais freqüentes nas bordas das folhas. Na mancha, o tecido necrosado se torna quebradiço e geralmente se dilacera, deixando perfurações irregulares na folha.
Sintomas

Medidas de controle:
- viveiros protegidos de ventos frios;
- realizar aplicações quinzenais de fungicidas cúpricos associados ou não a antibióticos, em mudas severamente atacadas;
- realizar podas na altura do 3º par de folhas;
- instalação quebra-ventos na fase de formação do cafezal;
- controle químico através de pulverizações.

