Condições para ocorrência:
O fungo produz dois tipos de esporos. Os primeiros, mais comuns, são produzidos em abundância na face inferior das folhas. O segundo tipo é formado eventualmente em lesões velhas.
A disseminação ocorre pelo vento, gotas de chuva, pelo homem, insetos e outros animais que entrem em contato com a lavoura. Após a disseminação quando atingem a face inferior das folhas germinam em 3 a
6 horas sob temperaturas entre 21 e 25ºC e condições de elevada umidade ou água livre.
O fungo penetra e os sintomas iniciais surgem 7 a 15 dias após a penetração. O desenvolvimento da doença está intimamente relacionado à ocorrência de chuvas, sendo que sua incidência cresce do início para o fim das chuvas, atingindo o pico no final das águas.
Identificação:
Doença foliar que inicialmente causa manchas translúcidas cloróticas na face inferior do limbo, com 1 a 3 mm de diâmetro. Em pouco tempo alcançam 1 a 2 cm de diâmetro, e desenvolve massas pulverulentas de coloração amarelo-laranja, envolvidas por uma auréola mais ou menos descolorida. Com o tempo, o centro da lesão fica necrótico, tornando-se visível na face superior da folha. A doença avança por grande extensão do limbo foliar. O fungo pode atacar a extremidade dos ramos em desenvolvimento e frutos verdes.
O fungo produz dois tipos de esporos. Os primeiros, mais comuns, são produzidos em abundância na face inferior das folhas. O segundo tipo é formado eventualmente em lesões velhas.
A disseminação ocorre pelo vento, gotas de chuva, pelo homem, insetos e outros animais que entrem em contato com a lavoura. Após a disseminação quando atingem a face inferior das folhas germinam em 3 a
6 horas sob temperaturas entre 21 e 25ºC e condições de elevada umidade ou água livre.
O fungo penetra e os sintomas iniciais surgem 7 a 15 dias após a penetração. O desenvolvimento da doença está intimamente relacionado à ocorrência de chuvas, sendo que sua incidência cresce do início para o fim das chuvas, atingindo o pico no final das águas.
Identificação:
Doença foliar que inicialmente causa manchas translúcidas cloróticas na face inferior do limbo, com 1 a 3 mm de diâmetro. Em pouco tempo alcançam 1 a 2 cm de diâmetro, e desenvolve massas pulverulentas de coloração amarelo-laranja, envolvidas por uma auréola mais ou menos descolorida. Com o tempo, o centro da lesão fica necrótico, tornando-se visível na face superior da folha. A doença avança por grande extensão do limbo foliar. O fungo pode atacar a extremidade dos ramos em desenvolvimento e frutos verdes.
Sintomas
Esporos
Medidas de controle:
- utilização de variedades resistentes (Catucaí, Catimor, Icatú Vermelho e Icatú Amarelo);
- controle químico preventivo com produtos a base de cobre, com o início das aplicações em novembro ou dezembro e término entre março e abril (período de maior incidência da doença), com intervalo de 30 a 45 dias entre aplicações;
- em caso da inviabilidade de controle com produtos protetores (preventivo) devido a elevada ocorrência de chuvas, usar produtos sistêmicos curativo-protetor.

