
Ainda assim, a taxa de expansão foi bem inferior ao crescimento das importações, com um impacto direto na balança comercial. Entre abril e junho, a expansão das vendas nacionais ao exterior foi de 27,3%, somando US$ 50 bilhões.
As perdas geradas pela crise foram quase todas superadas. Antes de setembro de 2008, o Brasil havia exportado US$ 20,4 bilhões em julho daquele ano. Em apenas seis meses, o volume caiu para US$ 9,7 bilhões. Hoje, voltou para US$ 19,4 bilhões.
A expansão permitiu que o Brasil saltasse três posições no ranking mundial. Só as vendas dos dois parceiros no Mercosul – Uruguai (50%), Argentina (44,7%) – e a Austrália (27,5%) foram superiores às do Brasil. A média mundial foi de uma expansão de 25%.
Fonte: O Estado de São Paulo




