Colheita recorde de café em Minas Gerais

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A produção mineira de café deste ano surpreendeu. A colheita chegou a 25,1 milhões de sacas, segundo o quarto levantamento de safra divulgado pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), na semana passada. O aumento foi de 26,7% na comparação com o ano passado. Nesse sentido, era esperado pelo fato de a cultura ser bianual, ou seja, apresentar um ano de colheita alta intercalado por outro de resultados menores. No entanto, a safra mineira de 2002 foi igual à de 2002, ano de recorde histórico para a produção estadual.

A safra mineira de café equivale a 52,3% da brasileira, estimada em 48,1 milhões de sacas. Depois de Minas Gerais, os estados que mais produzem café no país são Espírito Santo, São Paulo, Rondônia e Bahia.

O levantamento da CONAB também mostra que Minas Gerais possui 1 milhão de hectares de café em produção. As principais regiões produtoras são o Sul de Minas (50,2%), cerrado (22,5%) e Zona da Mata (27,4%).

De acordo com o superintendente de Política e Economia Agrícola da Secretaria de Estado de Agricultura de Minas Gerais, João Ricardo Albanez, o incremento da produção neste ano deve ser atribuído principalmente à bienalidade positiva da cultura – que alterna um ano de alta e outro de baixa produção -, e das condições climáticas favoráveis no cerrado, região com elevado nível tecnológico que inclui irrigação das lavouras e colheita mecanizada, que implicam em perdas menores.

"A região que apresentou maior crescimento em Minas Gerais foi o Cerrado, que registrou um aumento relativo superior às outras regiões do estado, frente à safra anterior. O crescimento da produção nas lavouras do cerrado mineiro foi de 47,3%", explica Albanez. No Sul de Minas, o aumento foi de 29,8%, enquanto a Zona da Mata registrou alta de 9,6% na produção.

RECUPERAÇÃO

Outro fator positivo na cafeicultura, este ano, foi a melhoria de preços no mercado internacional. "O aumento da cotação internacional do café entre janeiro e novembro de 2010, na comparação com o mesmo período de 2009, foi de 24,12%, com o preço médio de US$ 2,9 mil por tonelada", analisa a assessora técnica da Secretaria da Agricultura, Márcia Aparecida de Paiva Silva.

O café lidera as vendas internacionais do agronegócio mineiro e mantém a condição de segundo produto da pauta de exportações do estado, depois do minério de ferro. Segundo Márcia Aparecida, no acumulado de janeiro a novembro, a receita da exportação de café alcançou US$ 3,6 bilhões, cifra 38% superior à do mesmo período do ano passado. Ela destaca a participação do produto nas vendas totais do agronegócio mineiro. "O estado registrou, nos onze meses, negócios internacionais da ordem US$ 6,8 bilhões, sendo 53% desta cifra gerados pelas exportações de café."

De acordo com a CONAB, os levantamentos de campo referentes à quarta estimativa da safra de café 2010 foram feitos entre 22 de novembro e 3 de dezembro. A pesquisa foi feita em 102 municípios mineiros.

Fonte: Jornal Estado de Minas

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