Cafeicultores brasileiros adotam a modalidade de troca financeira

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Após realizar a troca financeira de quase duas mil sacas de café na Campanha de Barter 2009 – Total UpFlex, a Sementes Farroupilha, produtora de sementes e grãos, obteve um ganho aproximado de U$ 50 mil dólares. A empresa está localizada em Patos de Minas/MG, região do Cerrado Mineiro, e seus proprietários estão tão satisfeitos que já pensam em fazer trocas para outras culturas, como soja e milho.

“O negócio que fizemos com a Bayer CropScience superou as minhas expectativas e já planejamos estender para outros cultivos além do café. É uma forma de negociação muito atraente para o produtor, pois a partir do momento em que o produto é transformado em moeda de troca, conhecendo-se os custos da lavoura, é possível manter um bom resultado, sem ficar tão suscetível às constantes oscilações de preço das commodities”, afirma Fernando Urban, sócio da Sementes Farroupilha.

O produtor optou pela modalidade de troca financeira com participação de alta, na qual a Bayer CropScience é pioneira. Neste tipo de negociação, o produtor escolhe os defensivos que melhor atendem às suas necessidades e o valor dos produtos é convertido em sacas de café. Na sequência é firmado um contrato por meio de uma CPR (Cédula de Produtor Rural). Dentro de um período de dias estabelecido para fixação, a qualquer momento em que o preço de mercado BM&F estiver maior que o de referência, o produtor pode travar o seu ganho ligando para o Converse Bayer (0800 011 55 60) ou por meio do distribuidor em que foi realizada a negociação de trocas.

No final da safra, quando vence a negociação, o cliente tem direito de utilizar o seu ganho travado em forma de desconto, para compras futuras de produtos Bayer CropSCience. “Como exemplo, um produtor que faz a troca e realiza a fixação com o ganho terá uma economia importante nos custos de produção para a próxima safra. Isto significa mais dinheiro no bolso do agricultor”, destaca Pedro Garrio, gerente de Operações Estruturadas (Barter) da Bayer CropScience.

Para Rogério Araújo, diretor da Cooperativa dos Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso (Cooparaiso), no sul de Minas Gerais, o sistema de trocas traz benefícios importantes. “Trabalhamos majoritariamente com pequenos produtores. Cada um tem, em média, uma propriedade de dez hectares e a modalidade de trocas é tudo o que eles queriam. O pequeno agricultor tem consciência de que a moeda dele é o café e devido às vantagens que o sistema apresenta, a cada ano que passa o volume de trocas aumenta significativamente”, diz Araújo.

Fonte: Agronotícias

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