Starbucks transforma café em conteúdo

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A Starbucks está apostando em um modelo bastante explorado pelas companhias áreas e empresas de cartão de crédito, o de milhas. A empresa está ampliando os acordos que possui para oferecer a seus clientes conteúdo editorial e entretenimento. Na semana passada, foi confirmada a parceria com o New York Times, que, a partir do ano que vem, terá seu conteúdo vendido (ou trocado por milhas) no aplicativo da Starbucks. Já com o Spotify a estratégia é que os clientes da rede troquem pontos por música.

A empresa também fechou parceria com a empresa de caronas Lyft que permitirá que os clientes ganhem pontos para drinques e comida no Starbucks conforme acumulem pontos no aplicativo da Lyft. O desafio agora é construir a rede fidelidade ampliando o número de parcerias. De acordo com Howard Schultz, CEO da Starbucks, a rede está buscando empresas parcerias em vários segmentos com o objetivo de estimular os clientes a visitar a Starbucks com mais frequência.

A Starbucks tem atualmente 10,4 milhões de membros do programa de fidelidade ativos, um aumento de 28% ante o ano anterior, Schultz diz que o esforço das parcerias tem contribuido para um aumento de mais clientes usando seus celulares para pagar por suas ordens Starbucks. Nos EUA, os pagamentos móveis agora representam um quinto de todas as transacções no interior da loja, mais que o dobro do nível de há dois anos.

Nova Bitcoin?
O programa também é um passo em direção a um futuro onde a Starbucks estrelas são coletados de forma semelhante a milhas aéreas, bitcoin, cartões de presente e ouro. "Isso é algo muito perto de ser como uma moeda", disse James Wester, diretor de pesquisa da IDC Financial Insights. Parceiros futuras estrelas poderia incluem empresas como a Staples, Chipotle Mexican Grill Inc., AMC Entretenimento Holdings e Netflix, de acordo com analistas.

Fonte Meio e Mensagem com informações do Advertising Age

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