Sebrae e Procafé realizam Simpósio do Diagnóstico da Cafeicultura no Sul de Minas

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SEBRAE e a FUNDAÇÃO PROCAFÉ realizarão o diagnóstico da Cafeicultura no Sul de Minas com um universo de 1.000 cafeicultores, objetivando levantar e analisar um conjunto de informações relacionadas à estrutura do parque cafeeiro no que tange à produtividade e as atividades realizadas nas propriedades cafeeiras, como as de natureza técnica, de inovações no manejo das lavouras, além da condição socioeconômica envolvida na exploração cafeeira.

Com base neste diagnóstico, conduzido pela equipe técnica da Fundação Procafé, desenvolveu-se o Simpósio do Diagnostico da Cafeicultura no Sul de Minas, que será realizado no dia 16/08 às 13h na Cidade Universitária – UNIS em Varginha, e logo após o simpósio, teremos o Giro de Mercado, onde as empresas âncoras do Setor Cafeeiro apresentarão aos participantes do Simpósio suas soluções, produtos/serviços para os cafeicultores. A iniciativa visa contribuir para o fortalecimento e o desenvolvimento socioeconômico, além de promover integração entre os membros do ciclo cafeeiro: produtores, corretores, exportadores, centros de pesquisa, armazéns, varejistas, indústria solúvel e de torrefação.

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Metodologia do Diagnóstico que será apresentada no dia 16/08 às 13:00h

O diagnóstico sobre as características e aspectos técnicos, econômicos, sociais e de inovação nas propriedades cafeeiras tomou por base 11 microrregiões representativas da macrorregião Sul de Minas, sendo elas:

Micro 1: Alfenas, Alterosa, Areado, Carmo do Rio Claro, Carvalhópolis, Divisa Nova, Fama, Machado, Paraguaçu, Poço Fundo e Serrania;

Micro 2: Boa Esperança, Guapé e Licínia;

Micro 3: Campo do Meio, Campos Gerais, Coqueiral, Santana da Vargem e Três Pontas;

Micro 4: Cambuquira, Carmo de Minas, Conceição do Rio Verde, Jesuânia e Lambari;

Micro 5: Campanha, Elói Mendes, Monsenhor Paulo, Três Corações e Varginha;

Micro 6: Albertina, Andradas, Botelhos, Campestre, Jacutinga e Poços de Caldas;

Micro 7: Cabo Verde, Conceição da Aparecida, Guaranésia, Guaxupé, Juruaia e Muzambinho;

Micro 8: Conceição das Pedras, São Gonçalo do Sapucaí e Turvolândia;

Micro 9: Aguanil, Campo Belo, Cana Verde, Carmo da Cachoeira, Ingaí, Lavras, Nepomuceno e Perdões;

Micro 10: Claraval, Ibiraci e São José da Barra;

Micro 11: Itamogi, Jacuí, Monte Santo de Minas e São Sebastião do Paraíso.

Uma amostragem estratificada das propriedades foi realizada na proporção representativa do tamanho da cafeicultura em cada uma dessas microrregiões e, ainda, considerando propriedades estratificadas pelo tamanho de sua área cafeeira, conforme sua participação no universo de imóveis cafeeiros. A amostra para o levantamento foi, assim, constituída de 1000 propriedades, a princípio definindo-se, como base mais adequada, a estratificação com cerca de 70 % delas com até 10 ha de cafezais, 25% com 10-50 ha, 4% com 50-100 ha e 1% com mais de 100 ha de lavouras de café por propriedade. Foi elaborado um questionário (conforme anexo 1) contendo quesitos a serem preenchidos, abrangendo um grande número de dados a serem levantados, com relação às condições produtivas, tecnológicas e de inovação, além de aspectos técnicos, econômicos e sociais de cafeicultores do Sul de Minas. O questionário foi desenvolvido com base em dezenove áreas cujas particularidades foram exploradas, observadas e analisadas. Sendo elas:

1. Distribuição das propriedades em relação ao tamanho de seu parque cafeeiro e produção média;

2. Distribuição do parque cafeeiro por idade, cultivar, sistema de plantio e padrões de produtividade;

3. Uso das áreas nas propriedades cafeeiras;

4. Participação das atividades agropecuárias na renda bruta das propriedades;

5. Forma de manejo dos cafezais;

6. Instalações e equipamentos de preparo e armazenamento de café nas propriedades;

7. Energia elétrica e maquinário disponíveis nas propriedades;

8. Situação de plantio e erradicação de cafezais nos últimos anos e intenções para os próximos anos;

9. Uso de podas de recuperação de cafezais e intenções futuras;

10. Condições sociais do cafeicultor;

11. Nível de associativismo e serviços utilizados pelo cafeicultor;

12. Formas de obtenção de informações e orientações pelos cafeicultores;

13. Utilização de financiamentos pelos cafeicultores;

14. Condição da mão de obra e de moradia nas propriedades;

15. Formas de colheita;

16. Padrões de qualidade dos cafés produzidos;

17. Estocagem, comercialização e consumo de café produzido na propriedade;

18. Nível de conhecimento técnico e comercial dos cafeicultores;

19. Nível de gestão das propriedades rurais.

Não deixe de participar!

Simpósio do Diagnóstico da Cafeicultura do Sul de Minas com Giro de Mercado

Data: 16/08/2018 (quinta-feira)

Horário: 13:00h às 18:00h

Local: Cidade Universitária – UNIS – Av. Alzira Barra Gazzola, 650 – Aeroporto, Varginha-MG.

Evento gratuito.

Confirme sua presença: varginha@sebraemg.com.br ou  rosiana@fundacaoprocafe.com.br, até 14/08/2018.

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