Queda em Nova York trava o mercado físico brasileiro nesta quinta-feira

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Mercado interno travado nesta quinta-feira devido ao pouco interesse de venda do lado produtor. A queda das cotações externas, precisamente do arábica em Nova York, fez com que compradores recuassem na disponibilidade de pagamento, levando a uma eventual retração nas bases de preços para os cafés de melhor qualidade. Fato que foi impedido pela recusa dos vendedores em entregar café a preços menores dos que praticados na quarta-feira anterior. Com isso, pouco volume de negócios.

No Sul de Minas, durante a tarde, vendedores pedindo R$ 455 enquanto que compradores dispostos a pagar ao máximo de R$ 450 para café bebida dura, com 20% de catação.

No Cerrado mineiro, preços mais baixos novamente refletindo o desempenho internacional. Café bebida dura, oscilando entre R$ 450 e R$ 460 dependendo da catação.

Zona da Mata demanda arrefecida. Bebida Dura, com 15% de catação a R$ 405 enquanto que com 20% de catação a R$ 400.

No Paraná preços firmes, porém com demanda acomodada. Bebida dura, oscilando entre R$ 400 eR$ 405.

No Espírito Santo preços firmes com demanda ainda aquecida. Conillon tipo 7 aR$ 201.

Em Barreiras, oeste da Bahia, preços mais fracos. Café bebida dura entre R$ 430 e R$ 435 dependendo da catação.

Em Rondônia leve retração Café 400 defeitos entre R$ 173 eR$ 178.

Fonte: Safras & Mercado

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