Papel da Pesquisa na conquista de Indicações Geográficas do café é tema do Dia de Campo na TV

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O café já conquistou dois selos de indicação geográfica, na modalidade de Indicação de Procedência: o do Cerrado Mineiro e, mais recentemente, o da Serra da Mantiqueira de Minas Gerais. As Indicações Geográficas – IG representam uma nova filosofia de produção, voltada à qualidade, à especialidade e à tipicidade. A lei de propriedade industrial (Nº 9.279, de 14.05.96) oferece aos setores produtivos brasileiros a possibilidade de habilitarem-se a colocar no mercado produtos com Indicação de Procedência – IP ou com Denominação de Origem – DO, as duas modalidades de Indicação Geográfica previstas no Brasil.

No caso do café da Serra da Mantiqueira, as conquistas foram fruto do trabalho organizado e coletivo da Associação dos Produtores de Café da Mantiqueira – Aprocam, em benefício de um objetivo comum dos produtores rurais para o reconhecimento de seu território e a delimitação da região, em parceria com cooperativas da região. Esse trabalho conta com o apoio científico de instituições participantes e parcerias do Consórcio Pesquisa Café, como a Universidade de Lavras – Ufla, Instituto Agronômico – IAC, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig, Embrapa Café, Embrapa Meio Ambiente e  Universidade de Brasília – UnB, além de incentivo governamental.

“O Selo de Indicação de Procedência traz várias vantagens, como a proteção e o reconhecimento do território, agregação de valor ao produto e desenvolvimento sustentável”, diz a pesquisadora da Embrapa Café Helena Maria Ramos Alves. “Além disso, a aprovação do pedido representa o reconhecimento da região como produtora de café arábica de alta qualidade e mostra que o Brasil e o setor cafeeiro estão despertando cada vez mais para a importância de demarcar suas origens e agregar valor ao trabalho de milhões de pessoas que vivem no campo”.

Na lista de produtos brasileiros com potencial para o registro de IG, o café tem merecido destaque por sua história e potencial de valor agregado. Está em fase de elaboração, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, projeto estruturante para Indicações Geográficas de produtos agropecuários brasileiros e o café é o tema piloto, a partir do qual trabalham pesquisadores do Consórcio Pesquisa Café e integrantes do Grupo de Trabalho especial formado para avaliar o panorama relacionado ás potencialidades da espécie.

Dia de Campo na TV – Esta edição do programa vai ao ar no dia 31 de agosto (sexta-feira) pelo Canal Rural (Net/Sky), a partir das 9h. E no dia 02 de setembro, às 7h, pela NBr (TV do Governo Federal, captada por cabo ou por parabólica), com reprises domingo, às 17h; terça-feira, às 11h30; quinta-feira, às 15h; e sábado, às 7h. Esta edição do Dia de Campo na TV vai ao ar no dia 31 de agosto (sexta-feira) pelo Canal Rural (Net/Sky), a partir das 9h. E no dia 02 de setembro, às 7h, pela NBr (TV do Governo Federal, captada por cabo ou por parabólica), com reprises domingo, às 17h; terça-feira, às 11h30; quinta-feira, às 15h; e sábado, às 7h.

O Dia de Campo na TV sobre o  Papel da pesquisa na conquista de indicações geográficas do café  foi produzido pela Embrapa Café (Brasília/DF) e pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa

Fonte: Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café

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