OIC pede a países integrantes que indiquem nomes para diretoria executiva

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A Organização Internacional do Café (OIC) anunciou na terça-feira, dia 24/1, a procura por novos nomes à diretoria executiva da entidade, com sede em Londres. O cargo está vago desde a morte do brasileiro Robério Silva, no fim do ano passado, aos 53 anos. Na ocasião, Robério estava em férias no Brasil, em Belo Horizonte. Depois de uma reunião interna extraordinária, a OIC enviou o comunicado aos estados-membros para que indiquem seus candidatos até o próximo dia 23 de fevereiro.

Segundo a OIC, os interessados devem comprovar “profundo conhecimento” do setor cafeeiro e larga experiência no setor. “A organização busca um profissional que demonstre ter habilidades de gestão de uma entidade com o tamanho e a complexidade da OIC, incluindo gestão de pessoal, orçamentos e experiência de angariação de apoio”, disse, em nota.

Também é desejável experiência na realização de estudos analíticos, incluindo estudos econômicos, desenvolvimento e implementação de projetos de capacitação. “Os candidatos devem ter as qualidades necessárias para obter um amplo apoio entre os membros da Organização Internacional do Café”.

Para se candidatar, é preciso ser nascido em dos países membros da OIC e ser endossado pelo seu governo. Ter diploma reconhecido de ensino superior e, no mínimo, 15 anos de experiência profissional com pelo menos cinco anos em nível de administração “sênior” no governo, em uma entidade internacional ou em uma empresa comercial.

Não há limites de idade, mas a entidade salientou que um “excelente conhecimento do inglês”, falado e escrito, é essencial. A OIC foi fundada em 1963 e reúne governos exportadores e importadores. Os estados-membros que formam a organização incluem 42 países produtores de café e 35 consumidores.

Robério Silva assumiu o posto em 1º de novembro de 2011 e havia sido reconduzido ao cargo por mais dois anos e meio pouco meses antes de falecer. Sua última entrevista havia sido para o Broadcast, ao final de setembro, quando tinha acabado de receber a notícia de que ficaria à frente da OIC até 31 de março de 2019. Na ocasião, ele relatou sua intenção de trabalhar para ampliar as opções de financiamento do setor.

Fonte: Canal Rural

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