IBGE diminui sua estimativa de produção de café para 42,7 milhões sacas

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A segunda estimativa de 2015 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 199,6 milhões de toneladas, 3,5% superior à obtida em 2014 (192,8 milhões de toneladas).

A previsão de fevereiro em relação a janeiro caiu 1,8 milhão de toneladas (-0,9%). A estimativa da área a ser colhida (57,2 milhões de hectares) foi 1,5% maior que a área colhida em 2014 (56,3 milhões de hectares).

Em relação ao café, o Brasil deverá produzir 2.563.375 toneladas de café , 42,7 milhões de sacas , queda de 2,73% em relação a previsão de janeiro que era de 2,6 milhões de toneladas ou 43,9 milhões de sacas

CAFÉ ARÁBICA: Em 2015, o Brasil deverá produzir 1.892.109 toneladas de café arábica, o que equivale a 31,5 milhões de sacas . Em 2014, a cultura sofreu danos significativos com a estiagem e o calor, notadamente em Minas Gerais e São Paulo, maiores produtores de café arábica. O percentual de decréscimo da produção em relação à estimativa de janeiro é de 2,1%. Há registros pontuais de queda de rendimento médio, pois as altas temperaturas e a baixa pluviosidade neste início de 2015 são ocorrências negativas, nesta época crucial de “enchimento” dos grãos. Minas, o maior produtor brasileiro de café arábica, aponta decréscimo de 0,4% na produção estimada de fevereiro em relação a janeiro, que totaliza 1.345.091 toneladas (22,4 milhões de sacas de 60 kg). Já a área a ser colhida está estimada em 983.078 ha, 1,6% maior e o rendimento médio de 1.368 kg/ha está 1,9% menor.

CAFÉ CANEPHORA: Para o café canephora, a estimativa realizada em fevereiro de 2015 é de que sejam produzidas, neste ano, 671.226 toneladas (11,2 milhões de sacas), 4,4% menor que a estimativa de janeiro. A área total ocupada com esta espécie é de 518.532 hectares (0,2%maior). A produção do Espírito Santo, principal produtor de café canephora do País, está estimada em 457.404 toneladas (7,6 milhões de sacas). Apresenta decréscimo de 6,3% em relação a estimativa anterior. Devido à estiagem e elevadas temperaturas, o rendimento médio cai 6,6%, influenciando a queda da produção do estado.

Fonte: Agnocafe / Café da Terra via Rede Social do Café

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