Expocafé 2016 termina nesta sexta-feira, 10

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Visitantes podem conferir novidades em equipamentos e ter orientação sobre mercado de cafés especiais

Termina nesta sexta-feira, 10, a 19ª edição da Expocafé, no Campo Experimental da EPAMIG em Três Pontas. Além de máquinas e novas tecnologias para o setor, a programação do último dia da feira inclui cursos sobre cultivares com potenciais para bebidas de qualidade, potencial no mercado de bebidas especiais, e sustentabilidade na atividade.

O cafeicultor da Costa Rica José Francisco Fernandez veio em busca de conhecimento em equipamentos para colheita do café, que em sua lavoura é feita manualmente. “Nossa cafeicultura é de montanha. Temos dificuldade com mão de obra e, consequentemente, com o alto custo de produção do café”, explica. O cafeicultor costa-riquenho visitou lavouras do Sul de Minas junto com um grupo de técnicos do Instituto del Café de Costa Rica.

Pela quinta vez, o cafeicultor de Santa Rita do Sapucaí, Denio Carneiro, participa da Expocafé com a intenção de pesquisar novos maquinários para a sua produção de café commodity. “Esse ano vim em busca de lavador e secador de café. É necessário alternativas em máquinas e equipamentos para redução dos custos”, comenta.

Nesta sexta-feira (10), a Expocafé estará aberta de 8h às 18h. A programação completa pode ser acessada em www.expocafe.com.br.

Tecnologia no campo

O desempenho dos novos equipamentos e a eficiência das tecnologias desenvolvidas pela EPAMIG e Ufla foram apresentadas diretamente no campo durante a Expocafé. A dinâmica de campo organizou cinco estações para a demonstração prática de colheitadeiras, derriçadeiras, equipamentos para poda, entre outros, e quatro para apresentação de variedades de café, controle da broca, bicho mineiro e ferrugem, polímero hidrorredutor em plântios e utilização do açúcar na recuperação de mudas intoxicadas por herbicidas.

Entre as novidades, os visitantes puderam conhecer uma derriçadeira dupla que garante até 50% a mais de rendimento no trabalho e um equipamento pulverizador e dosador ao mesmo tempo, que funciona à bateria. A cultivar MGS Aranãs, desenvolvida pela EPAMIG, é destaque entre as tecnologias. Além de ser resistente à ferrugem, ela apresenta maior produtividade, peneira elevada e qualidade da bebida. “Queremos mostrar aos produtores que existem outras opções para a lavoura e na dinâmica de campo eles podem verificar o desempenho dos pés de café”, afirmou a pesquisadora da EPAMIG, Juliana Costa (Foto: Assessoria de Comunicação da EPAMIG).

É isso que o cafeicultor Ernani Júnior, de Candeias, pretende fazer. Ele levou sementes de Aranãs para cultivar na propriedade. “Minha lavoura é composta por pés de Catuaí e Mundo Novo; quero testar essa nova cultivar e avaliar o desempenho”, disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação da EPAMIG

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