Epamig comemora hoje 38 anos desenvolvendo tecnologias para o campo

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A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), e instituição integrante do Consórcio Pesquisa Café, completa 38 anos hoje (06).

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), e instituição integrante do Consórcio Pesquisa Café, completa 38 anos hoje (06). Uma das fundadoras do Consórcio Pesquisa Café, a Epamig atua em diversos projetos do Programa de Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa/Funcafé).

Em comemoração ao seu aniversário, a Empresa assinará convênio com a Fundação de Auxílio à Investigação e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico Sustentado (Fundecit) para a gestão administrativa, técnica e financeira compartilhada de programas, projetos de pesquisa, e atividades de suporte e de difusão de tecnologia. De acordo com o convênio, que vai vigorar até 31 de dezembro de 2015, Epamig e Fundecit, além de suas atribuições específicas, deverão atuar de forma compartilhada na elaboração e execução de estratégias para a inclusão tecnológica e desenvolver ações que busquem avanços econômico-sociais, por meio da exploração sustentada do agronegócio.

A Epamig e sua estrutura

A Epamig atua para fortalecer a agropecuária em Minas Gerais e, para isso, desenvolve projetos que valorizam as especificidades regionais e que propõem inovações e alternativas às práticas agrícolas tradicionais. A Empresa realiza pesquisas que buscam a melhoria da qualidade dos alimentos e o surgimento de novas tecnologias para aumentar a produtividade no campo, gerar mais renda para o produtor rural e melhorar a qualidade de vida.

Além de oferecer alternativas mais corretas e rentáveis para práticas como: cafeicultura, fruticultura, bovinocultura, aquicultura e produção de sementes, grãos e hortaliças, a Epamig pesquisa áreas emergentes como floricultura, agroenergia, silvicultura e meio-ambiente. Outro compromisso é levar aos produtores rurais, extensionistas e à comunidade científica essas tecnologias, através de publicações e eventos técnicos.

Destaque na cafeicultura

Como destaque do Programa Cafeicultura da Epamig nos últimos 10 anos podem-se mencionar o lançamento de 11 cultivares de café, com disponibilização de sementes e mudas aos produtores; a identificação e os estudos da biologia e do controle do bicho-mineiro, cigarras, ácaros e cochonilhas; o acompanhamento da evolução e alternativas de controle e manejo das principais doenças como ferrugem, cercosporiose, complexo phoma e antracnose; os estudos do manejo do mato na melhoria das características químicas e físicas do solo; a avalliação e a recomendação do uso de gesso e de silício na nutrição do cafeeiro; a caracterização da qualidade da bebida dos cafés de Minas nas diferentes regiões do Estado e a adaptação e o desenvolvimento de tecnologia para a cafeicultura familiar.

Diversas são as áreas de atuação da Epamig também como integrante do Consórcio Pesquisa Café. Por meio de pesquisadores da própria Empresa mineira ou em parceria com outras instituições consorciadas, a Epamig está presente em 60 projetos de pesquisas e planos de ação do Consórcio.

O café em Minas Gerais

O estado responde por 52,8% da produção nacional de café. Segundo a última estimativa da Conab, a produção de Minas Gerais está estimada em 26,64 milhões de sacas na safra de 2012. Um crescimento de 20% em relação à safra anterior. Em área cultivada, o estado se destaca como o primeiro no ranking nacional, com 1,2 milhões de hectares, representando 52% da área cultivada com café no país.

Atuação descentralizada

Para atender às demandas dos produtores mineiros e de diversas regiões do Brasil, a Epamig possui uma estrutura descentralizada. Além da sede administrativa (em Belo Horizonte), a Empresa conta dois núcleos de ensino (Instituto de Laticínios Cândido Tostes, em Juiz de Fora, e Instituto Técnico de Agropecuária e Cooperativismo, em Pitangui), e cinco unidades regionais (Centro-Oeste, Sul de Minas, Norte de Minas, Zona da Mata e Triângulo e Alto Paranaíba) que coordenam seis núcleos tecnológicos (Florestas e Café; Uva e Vinho; Azeitona e Azeite; Batata e Morango; Floricultura); 28 fazendas e duas estações experimentais.

Fonte: Ascom Epamig

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