Começa em MG negociação entre apanhadores de café e patrões

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A movimentação nas estradas é o primeiro indicativo que a colheita começou. Os apanhadores chegam bem cedo às lavouras e logo no primeiro dia de trabalho têm que enfrentar o frio.

Além da adaptação do corpo, é também neste período de começo de colheita que os funcionários ficam sabendo se continuam ou não na fazenda. Eles precisam conhecer a produtividade média dos cafezais para negociar com o patrão o valor recebido pela medida.

Na fazenda do produtor João Kennedy, no município de Campo do Meio, há 150 mil pés de café, que devem render 1.500 sacas. Quarenta apanhadores devem trabalhar pelos próximos 80 dias. 

Neste começo de safra, os trabalhadores estão recebendo, em média, R$ 8 pela medida de 60 litros de café colhido.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, a CONAB, o sul de Minas Gerais deve produzir este ano cerca de 13 milhões de sacas de café, a metade da produção do estado.

Fonte: Globo Rural

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