Café de Rondônia desperta interesse da imprensa nacional

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Na sexta-feira (1º) uma equipe da TV Globo coordenada pela jornalista e produtora, Sthefane Oriente estará visitando Rondônia com objetivo de produzir um “Globo Repórter” mostrando a revitalização dos cafezais e a importância desta cultura para economia do Estado.

A proposta da equipe é de permanecer em torno de seis dias no Estado, visitando propriedades rurais, entrevistando produtores que estão adotando novas tecnologias, bem como, a introdução de novas cultivares do café conilon desenvolvidas pela EMBRAPA e fomentadas pelo Governo do Estado. Serão mostradas áreas cultivadas com a espécie BRS Ouro Preto desenvolvida pela EMBRAPA Rondônia e lavouras irrigadas que apresentam alta produtividade.

Consta da agenda visita aos municípios de Ouro Preto do Oeste, Ministro Andreazza, Cacoal, Rolim de Moura, Pimenta Bueno e Espigão do Oeste regiões onde a produção de café no passado e no presente é destaque. Em Cacoal e Espigão do Oeste a equipe conhecerá as lavouras de café conilon cultivadas pelos índios da etnia suruí, em conformidade com a legislação ambiental brasileira.

Um milhão e duzentas mil sacas

Com 102 mil 374 hectares de lavouras de café cultivadas no Estado a previsão de uma colheita para safra 2013/2014 é de 1 milhão 217 mil sacas de 60 quilos, fomentando agricultura familiar, gerando emprego e renda nos campos e nas comunidades urbanas.

Rondônia ocupa atualmente o 6º lugar no ranking da produtividade cafeeira no território nacional. No entanto, em 2001, não era assim o Estado ocupava o 2º lugar de destaque para a produção de 3 milhões e 715 mil sacas de 60 quilos deste produto cultivando 222.926 hectares.

A queda nos preços, o abandono das áreas cultivadas, pelos agricultores que sem pesquisas e incentivo deixaram envelhecer os cafezais e partiram para outras atividades. Com o apoio do Governador Confúcio Moura este quadro começou a mudar a partir da introdução de novas tecnologias, tais como irrigação, tratamento adequado para o solo, com adubo, calcário e poda correta.

Para o secretário de Agricultura, Pecuária, Desenvolvimento e Regularização Fundiária (Seagri) Evandro Padovani, com a metade das áreas cultivadas anteriormente, o Estado vai produzir mais usando tecnologia, “vamos mudar esse processo a curto-prazo produzindo mais em áreas menores”. As lavouras comuns continuam produzindo entre 12 e 15 sacas por hectare, enquanto que as áreas onde são usadasas novas tecnologias estão saltando para 90 até 100 sacas por hectare.

Fonte: Assessoria Seagri

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