Brasil evidencia excelência de seus cafés em concursos, afirma presidente do CNC

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O presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, participou, na quinta-feira, 18 de outubro, em Varginha (MG), do jantar de premiação do 26º Concurso Qualidade Minasul de Café, realizado pela associada Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha. Na oportunidade, a entidade apresentou sua nova marca, que acompanha um movimento pautado em sua constante evolução, e o selo AMAM – Associação das Mulheres do Agronegócio Minasul, que destaca o trabalho feminino no campo.

Na manhã de hoje, Brasileiro participou de reunião conjunta entre a Sociedade Rural Brasileira (SRB) e a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), entidade associada ao CNC. Durante o encontro, que ocorreu na sede da também associada Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), a diretora Vanusia Nogueira realizou apresentação sobre o trabalho de promoção desenvolvido pela instituição e o principal concurso de qualidade do mundo, o Cup of Excellence, além de falar a respeito do cenário de evolução e perspectivas dos grãos especiais.

“É fantástico observar o trabalho que nossas cooperativas vêm dando ao segmento dos cafés com excelência, sinalizando que o cooperativismo fomenta a qualidade do produto brasileiro, sempre com foco em gerar mais renda aos produtores e os aproximar dos consumidores internacionais”, elogia o presidente do CNC.

Este ano, o número de inscrições no concurso da Minasul ultrapassou a marca de 350 amostras, de regiões produtoras do Estado, como Sul, Mantiqueira e Matas de Minas Gerais. Já o Cup of Excellence – Brazil 2018 chegou ao número expressivo de mais de mil lotes inscritos, recebendo cafés de 13 origens produtoras do país.

“A BSCA puxou a fila no que se refere ao reconhecimento da qualidade e à promoção dos frutos especiais. Nossas cooperativas ingressaram nesse nicho e, com base no assistencialismo que fornecem, elevaram sobremaneira a qualidade dos cafés do Brasil, que recebem mais visibilidade internacional à medida que os principais compradores mundiais disputam sua compra a valores excepcionais”, destaca Brasileiro.

Para ele, o incentivo a esse tipo de produção é fundamental, pois, aliado aos resultados das pesquisas realizadas, sinaliza ao mundo que o Brasil permanecerá na vanguarda da cafeicultura mundial. “Ofertamos cafés sustentáveis, que respeitam o meio ambiente e as pessoas e geram milhões em renda a milhões de atores da cadeia produtiva. Temos, principalmente, condições de manter nossa oferta de quantidade com elevada qualidade, colocando-nos no topo mundial do ranking cafeeiro em volume e excelência”, conclui.

Fonte: P1 / Ascom CNC

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