Área plantada com café arábica aumenta 20% no oeste da BA

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Glauber de Castro é de uma família que há 40 anos trabalha com lavoura de café. Nascido em Osasco, São Paulo, no fim dos anos 90 decidiu investir no cultivo no grão na Bahia e hoje tem fazenda em Barreiras, região oeste do estado.

O produtor está tão otimista com a produção do grão que do ano passado pra cá, aumentou a plantação em 31%.

Os produtores da região utilizam irrigação nas lavouras e fatores como terreno plano e o clima também são aliados para a boa produção.

Segundo a Associação dos Cafeicultores do Oeste da Bahia, Abacafé, este ano houve aumento de 20% da área plantada com café arábica na região.

Apesar dos grãos ainda estarem verdes, os cafeicultores já pensam lá na frente, na época da colheita. Com uma produção esperada em 567 mil sacas, o volume de negócios deve chegar a um valor de R$ 250 milhões.

Na fazenda de Glauber, cerca de 15% do café foi vendido antecipadamente a um preço de R$ 500 a saca. No total, o cafeicultor exporta 60% do que é produzido.

Para discutir o mercado do grão, começa nesta segunda (12), em Salvador, o Agrocafé. A abordagem do simpósio é ampla, vai desde questões ligadas ao manejo da lavoura, melhoramento genético até a comercialização do produto. Guilherme Braga Filho, diretor geral do Cecafé, Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, explica os motivos que mantém o preço do café em baixa. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa.

Fonte: Globo Rural

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