ABIC consagra vencedores do Prêmio Melhores da Qualidade e assina Acordo de Cooperação com a Proteste

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No Dia Internacional do Café, celebrado hoje, em 1º de outubro, a ABIC realizou a premiação Melhores da Qualidade 2018/2019 no hotel Renaissance, em São Paulo. A premiação foi criada em 2006 e é um reconhecimento de sucesso certificando excelência em produto e qualidade.

“É uma data relevante mundialmente para o mercado e aproveitamos para reconhecer o desempenho das empresas ao longo dos últimos doze meses, safra 2018/2019”, explica Ricardo Silveira, presidente da entidade.

Estar atualizada com as demandas do mercado é uma das premissas da ABIC, que neste ano alterou o regulamento incluindo novos critérios de avaliação. Nesta edição a premiação das categorias foi segmentada pelo porte das empresas e valorizou os produtos que, além de obterem as maiores notas de qualidade global da categoria, estamparam o Selo de Qualidade nas suas embalagens.

“Percebemos o movimento do mercado e novas empresas surgindo com foco em melhorar a qualidade da bebida que oferecem ao consumidor. Por isso, optamos por ampliar para empresas de pequeno, médio e grande porte, nas categorias Tradicional, Extraforte, Superior e Gourmet e valorizar as marcas que usam nossa certificação na embalagem, pois auxiliam a entidade a promover a educação para o consumo”, destaca Ricardo.

Avaliação do Melhores da Qualidade

A seleção das empresas é feita de acordo com o monitoramento realizado pelo Programa da Qualidade do Café – PQC – realizado a partir de coletas de aproximadamente 5 mil amostras de café em prateleiras de supermercados, empórios, panificadoras e padarias.

“É um processo amplo, que envolve mais de 30 técnicos especializados em avaliação da qualidade do café e utiliza três laboratórios credenciados. Neste ano atingimos mais de 1000 marcas e certificadas pelo programa!”, explica.

As amostras são encaminhadas para laboratórios e avaliadas sensorialmente em uma escala de 0 a 10 pontos, onde o nível mínimo de qualidade do café deve ser 4,5 pontos. O presidente explica que a ABIC se preocupa também com toda a cadeia de café e por isso avalia muito além de atributos sensoriais como a fragrância do pó, o aroma da bebida, a acidez, o amargor e etc. “Nos preocupamos com as boas práticas de fabricação em todo os seus processos de industrialização, com a sustentabilidade das etapas e as notas constantes, em todas as análises periódicas do PQC”, diz Ricardo.

Acordo de Cooperação ABIC e Proteste

Na ocasião, a Associação Brasileira da Indústria de Café, representada pelo presidente Ricardo Silveira, e a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – Proteste, representada pelo Henrique Lian, assinaram um Acordo de Cooperação para fortalecer o monitoramento da qualidade do café ofertado aos consumidores brasileiros.

Para o presidente da ABIC, Ricardo Silveira, quem mais sairá ganhando com esse acordo será o consumidor final, pois terá a garantia de produtos de qualidade e com segurança alimentar.

Fonte: ABIC – Jornal do Café

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